A FORÇA da vida está
em COLOCAR os SENTIDOS
em DEUS JEOVÁ
em PRIMEIRO
o Coração Inteiro
Diante de Deus..
vence o_ P a s m o
dos_ de s e n t e n d i m e n t o s
e da_ perca
-:- GUERREAR – O ENFRENTAR DA VIDA -:-
Construção Emotiva
15 A 19 ANOS
Ao mesmo tempo que uma esperança por sinal de vida e reação renascia em Luiz, a mente tentava ressuscitar resquícios da Alma e Espírito destroçados de outrora
A Diretoria Celeste observa, quando Inspirador diz
- Há reagentes de vida, mas que alimentam anticorpos destrutivos por causa da repetição da mente de Luiz
Uma leve e momentânea tristeza passa entre a mesa de diálogo da Trindade Celeste acompanhado de uma lagrima do Rei
- E agora? O que vamos fazer com Ele ? Já tentamos a maior cirurgia ? E Ele teve esta reação! Disse Majestoso chorando
- Meu grande amigo, disse Inspirador consolando o Rei
- Boa parte dos reagentes do corpo, do Espírito e Alma de Luiz é sobre os teus direitos autorais de Honra, está aqui, nós temos as escrituras! Disse o Companheiro Fiel do Rei, mais uma vez, apontando para os papeis nas mãos de Glorioso, o Filho que havia os retirado dos arquivos internos Celestes
Escrituras de posses irrevogáveis nos Céus, de eternidades celestes, que uma vez firmadas, eram para sempre consideradas
- É Papai, e o jovem segue declarando isso. Disse o Filho, triste também por ver o Pai comovido de tristeza por Luiz
Rei Majestoso volta a olhar para Luiz na terra, aproxima a lente de proximidade de seus olhos e diz:
- Meu Filho, não poderei de responder mais uma vez, disse chorando mais uma lagrima
Companheiro Fiel, conhecendo o menino, diz ao Rei
- Diga a Ele porque meu Rei, ele saberá ouvir o Senhor
- Está bem. Disse o Rei, secando as lagrimas, limpando a garganta, num tom de pouca rouquidão
- Meu filho, não podemos deixar essa enfermidade de sua Alma e Espirito voltar, vamos ter que reforçar um pouquinho mais o tratamento, e isso é deixando sua mente desistir dos conflitos de sua Alma, desistir das suas dores, desistir da sua guerra, nem que para isso você precise desistir até das suas aspirações aparentemente
- Desistir da minha aspiração por um pouco? Dar uma pausa a mais para a saúde? Viu Luiz esse pensamento no seu coração
- Será Senhor Deus, que o Senhor vai me deixar mais em descanso outra vez novamente, referente a minha Faculdade ?
O Rei se emocionava! rs e sorria levemente juntamente, o menino com toda a enfermidade na sua alma e espírito, ainda conseguia ouvir o coração do Rei... era incrível
- Sim!, disse o Rei, aos olhos de Companheiro Fiel em sua frente acompanhando a reunião com Luiz
- Então, mais uma vez o Reitor não vai me responder, pensou e entendeu o menino. Ficou triste, mas ao mesmo tempo uma conformação entrava por seu coração adentro, pelo simples fato de ter ouvido a Deus dizer-lhe, a voz do Senhor Deus era confortante, mesmo nos dizeres mais difíceis de se aceitar
- Eu vou esquecer de vez esse assunto, pensou o menino mais uma vez em si, desgostoso e silencioso. Dessa vez não tinha magoa, não tinha ira, não tinha vontade de ir pra cima do assunto e lutar, não tinha garra para nada, apenas o conforto da voz de Deus o fez soltar as mãos do assunto, com um pouco de distancia e aborrecimento numa medida suficiente para se afastar com genuíno desinteresse por dentro
Isso era exatamente o que a Trindade Celeste precisava, um desinteresse de Luiz, em voltar ao caminho dos conflitos emocionais de sua alma ou espirito, tudo devia ficar morto e o sofrimento da alma de Luiz não devia renascer
Mas era interessante! Que para morrer o sofrer, era preciso morrer o sonho e a expectativa também
Os três confirmaram em si a lembrança da existência agora ali em sinal de vida encontrada sobre Luiz
Uma vez que um sonho, enraíza-se da amargura e angustia de espírito, não o pode existir mais, se não que ante morra e se torne: outro sonho, único só, lavado de alma, sem manchas, sem maculas, puro na origem da sua realização
Este sim é sonho. Não é aflição.
- O que viveria ao fim em Luiz? Era a pergunta curiosa da Trindade Celeste, sobre a avaliação pós cirúrgica da Alma e Espirito no jovem
O Rei estava triste também, afinal Ele sendo o todo poderoso, não podia fazer nada pelo jovem, a não ser esperar a própria recuperação do garoto
- Quando a sua mente descansar, desistir da guerra, desistir da sua obsessão, teimosia, até de seu sonho, aquele que eu mesmo te ofertei, sua mente vai pausar, e quanto ela pausar em descanso, você vai deixar tudo e com esse tudo também a amargura e a angustia, e quando ambas irem embora, então sua Alma e Espirito poderá viver, antes disso, eles aguardam que a sua mente desative querido, das aflições. É isso! É isso!.. Repetia o coração do Rei, diante de Luiz ao mesmo tempo que instigado dentro de si pelo estado do jovem
Voltou-se para companheiro Fiel e alguns guardas cuidando da medicina do menino e perguntou:
- Como está as tentativas de imobilização da mente quanto às aflições e angustias?
- Ele está reagindo para vida contínua Majestade, a intensidade é de alcance prevista de vida para sete vezes maior que a seu dano e dor
- Ele está desenvolvendo numa velocidade reflexiva ?
- Sim Majestade, logo tomará folego maior e mostrará a força do reagente original e puro da operação Celeste
- E os resquícios ?
- O Corpo tem tanta vida, que a lembrança das dores ainda é muito viva Senhor, há alguns flasches de traumas in memorian
- Quanto tempo e espaço temos?, disse o Rei, - Entre a força de vida e a força das lembranças de angustias?
- A Força de vida está adiante e toma reforço cada vez mais em proporção maior
- Significa que temos pouco tempo
- Meu Senhor Majestade é quem sabe
O Rei sabia que precisaria causar o ultimo corte absoluto. Não dava mais pra manter os dois juntos em Luiz, se a amargura ficasse no mesmo movimento de vida da Alma e Espirito que renascia em Luiz, tomaria uma força maior e se tornaria um tumor para o futuro dentro dele
- Vamos ter que separar um do outro, para a força da vida, não alimentar a amargura
- Creio que sim Majestade!
- Então terei que romper com todas as forças esse Sonho de Luiz! Pensou o Rei doído com a ultima dor que causaria no rapaz
As dores do jovem começaram a querer voltar, já tinha decidido esquecer a Faculdade pela milésima vez de novo, mas o seu corpo reagia aversivamente
Cada vez que sentia força de viver, lembrava-se que a razão da sua vida, era lutar pela Faculdade, e quanto pensava na Faculdade, coloca-se a enfermar ou a morrer por dentro de novo
- Pronto, vamos rápido, disse o Rei, já não suportava mais ver aquela questão
- Vamos romper esse sonho, para de uma vez sair essa angustia e amargura em Luiz , ainda que jamais esse Sonho voltará
Arrancar um Sonho de um Coração era mais difícil para o Rei, que conseguir convencer e planta-lo, como era difícil ter que lidar com os efeitos dessa cirurgia, pensava Majestoso, Ele que era todo cuidadoso em tratamentos, prudência, sabedoria, gentileza e consideração, já se extremava em esforço por Luiz
O telefone tocou. Alguém dissera para o Jovem que o Reitor poderia falar na linha. Quando Luiz coloca aos ouvidos, escuta o Reitor conversar na sala do outro lado com outro alguém
- Essa escola está ocupada com outros assuntos, segue não nos importando de verdade à Luiz!
Ao ouvir essa declaração, sem antes mesmo de ter o Reitor na linha, o jovem desliga o telefone.
Que triste para ele, ter mais uma vez seus sonhos rompidos, Pensara ele
- Em quantos cacos os meus sonhos tem que se tonar nas repartições dele? Cada vez que algum pedaço dele se levanta é para romper-se em mil pedaços mais?
Sentiu-se moído, mudo, surdo de alma, isento de todos os sentidos. Não tinha mais razão.
Agora não era só a dignidade do coração dele que lutava em distancia, mas era tudo nele que se afastava da raiz da própria aspiração, pelo caminho do pasmo
Sabia que aquele pasmo o emudeceria por dentro talvez por muitos anos, mas já não mais angustia e amargura por causa daquela aspiração
Sabia que uma vez que a angustia é maior que a aspiração, é hora de partir.
- Nenhum sonho vale a pena, se ele te mata por dentro, pensava o jovem
Desligou o telefone e chorou. Não tinha para onde ir. O único lugar para não morrer era a Oração.
Foi para o seu quarto se desmontou, chorou até derramar todas profundezas da sua amargura, querendo arrancar a própria alma e espírito, como se fora uma veste possível de ser tirada e coloca diante das mãos de Deus Jeová
- O Senhor me perdoe Deus pela perca de tempo! Eu sinto muito por ter dado tanta atenção a quem não quer nada! Eu sinto muito de ter causado tantos transtornos desnecessários e imprestáveis! Eu sinto muito de ter acreditado num ambiente que jamais te valorizou e eu devotei algum credito. Me perdoa Senhor, o erro foi meu. O pecado foi meu, que dei atenção ao que não me importava de verdade a mim nos teus planos.
O menino entregou sua alma, deixou a sua mais profunda dor com o Senhor Deus, e disse a Ele que fizesse o que ELE quisesse, porque nada mais importava a respeito de sua Faculdade. Ele já não queria estudar, não existia para ela mais alvo algum nesse sentido.
Chorou horas e horas com o Senhor Deus, contou-lhe e expressou lhE toda a sua dor e então levantou-se leve, Não sentia mais nada! Parecia que com as lagrimas, a dor havia ido embora. Parecia que quanto mais profunda foi a causa da amargura com o choro, toda angustia amargosa fora removida.
- Que bem me fez chorar tão amargamente e tão profundamente! Pensou Luiz observando a si mesmo
Glorioso sorriu com o resultado, enquanto os três terminavam de assistir mis uma etapa do menino
Sabiam que uma vez que um rompimento forte acontecia, seguido de um choro em lagrimas profundas entregues, expressadas e externizadas da alma e do espirito para fora
As angustias não tinham motivos para não saírem através e com a expressão em um todo
Não se enraizariam mais
- Removemos então toda a angustia? Perguntou Glorioso, o Filho
- Sim removemos! Respondeu Companheiro Fiel, o Inspirador
- Quando um Coração não consegue remover a sua própria dor, uma maior amargura o faz por si mesmo, comentou o Rei Majestoso, condoído pela dor de Luiz, mas esperançoso pelos resultados a seguir
- É parece que ele acalmou! Aquietou sua mente! Deixou de momento a angustia e toda a amargura que tinha em si, não encontramos nada por enquanto dentro dele
- Ainda está com anestesia do efeito da minha paz, do choro e do efeito da minha presença em oração, disse o Rei
- Mas é provável que esse efeito permaneça. Concluiu
Os dias se passaram, Luiz ainda teve umas duas ou mais lembranças da dor, algumas náuseas e decepções relembradas
Mas agora já não eram tristezas impregnadas da alma, estavam soltas na superfície do ser. Podia viver e movimentar-se independente delas. Elas já não eram o motor que conduziam o coração de Luiz para todo o lugar que ia, ou o que fazia. Não mais.
E isso acontecia de forma natural, não fora uma imposição de raiva no interior do jovem, não. Era algo removido em oração, mansamente, levemente, sem nenhuma ira, ao contrario com toda a leveza de Deus.
O menino se sentia incrivelmente estável, pela anestesia do choro com a paz de Deus acompanhada no processo.
Restara saber se aquele efeito era contínuo e se teria constância permanente em qual qualidade
Já que viu finalmente que Faculdade não era a intensão de liberação do Senhor Deus, decidiu-se ocupar em tempo integral a Deus
Um dia depois de vencer seus novos passos, de um por um. Disse a Deus
- Senhor Deus, vou estudar frente a ti, ou seja diante de Ti, vou fazer o seguinte, eu mesmo formarei a minha Faculdade, estudarei nela, me formarei nela, me graduarei nela, e depois o Senhor Deus até lá talvez já chegará a me dizer qual o próximo passo, afinal até eu me formar vai demorar muito
Majestoso sorriu com a conversa!
- Isso garoto, é uma boa ideia! É isso mesmo, você está chegando a entender! Disse o Rei, sem querer dizer tantos detalhes que se desenrolariam de forma surpresa, conforme a coragem do rapaz em seguir se aproximando em foco
Nada é mais apropriado, para alguém que tem um grande sonho, a unicidade de si, ou seja entrar no seu próprio destino de cabeça de uma forma única em que seu alinhamento interior no espirito e alma com Deus vai faze-lo mais próximo e original possível da medida de alcance ao propósito de Deus exato nELE
Era isso que as decepções faziam com Luiz, deixavam ele a sós com Deus, mais próximo com Deus, mais perto da Fonte, mais suficiente de todos os recursos interior necessários, mais independente de recursos externos, sem antes o poder interior de Deus nELE suficiente e único, justamente para que
Luiz pudesse chegar onde Deus queria
De uma forma ORIGINAL que só Luiz era e tinha
E se ele aprendesse ou vivesse por outras Faculdades, jamais seria totalmente a genuidade de essência que só ele tinha e vinha de Deus própria só para ele.
O menino resolveu estudar sozinho, ir sozinho à sua Formação, chegar sozinho onde queria, mesmo sem nenhuma evidencia e sem recurso
Mau sabia ele que o poder de ir sozinho, era a total liberdade de Deus em encher o menino de recursos em si própria e alcançar o que já era e estava nele por Deus.
Trocando (arrancando) a Amargura
pela (para colocar) Paz de Deus Jeová
-> a Cirurgia da Alma e do Espirito
Isis Regina - Clamor De Ana

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